Paredes em Transição

O movimento Paredes em Transição é uma rede de amigos que vivem na cidade de Paredes, no Norte de Portugal, que partilham a preocupação de que a debilitante dependência em combustíveis baratos de que a nossa sociedade e economia padecem – e que não está a receber a devida atenção dos vários governos, que parecem actuar na premissa de que o petróleo barato e abundante continuará por cá em perpetuidade – possa vir a resultar em graves e imprevisíveis problemas de que a tecnologia não conseguirá livrar-nos, e que poderão afectar muito negativamente o nosso futuro e o dos nossos filhos. Saiba mais no menu Projecto.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Penafiel implementa feira semanal de produtos biológicos

Bem aqui ao lado, alguém está a ter boas ideias:


“Aromas da nossa terra” todos os sábados de manhã

A partir do dia 4 de Junho, Penafiel contará com uma feira semanal de produtos unicamente biológicos, que ocorrerá aos Sábados entre as 10 e as 14h.


A feirinha "Aromas da Nossa Terra" terá lugar no centro da cidade, e nela serão vendidos produtos exclusivamente biológicos.

Este novo espaço pretende apoiar os agricultores penafidelenses em modo biológico, que em  cerca de ano e meio passaram de 2 para 12, premitindo-lhes apresentar os seus produtos ao público em geral .

Em 2010 o município de Penafiel lançou um programa de incentivo aos agricultores ao nível da certificação dos terrenos, da formação e também com apoio técnico em parceria com a Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Norte.

O modo de Produção Biológico (MPB), possui como principais características:
-Proibição de uso de fertilizantes e pesticidas químicos de síntese;
-Promoção do desenvolvimento de um solo saudável e fértil;
-Utilização da rotação e de uma grande variedade de culturas;
-Recurso preferencial a variedades tradicionais, mais resistentes a pragas e doenças;

A Feirinha de produtos biológicos apresentará uma grande variedade de produtos, das hortícolas (tomate, alface, couve, pimento, cebola, etc.) à fruta, sem esquecer as ervas aromáticas e condimentares ou o azeite.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Foi Assim a Oficina de Sabão Ecológico

E foi assim a oficina de sabão ecológico que realizámos no Domingo à tarde, no Espaço PROVE da Cooperativa Agrícola de Paredes.



Os 20 participantes tiveram a oportunidade de converter 18 litros de óleo de fritar usado numa enorme quantidade de sabões e sabonetes que, entretanto, ficarão a curar durante 2 semanas.
Tentámos ser criativos e usar vários tipos de resíduos nesta oficina, de modo que, para além do próprio óleo de fritar usado, usámos embalagens de leite, iogurtes e bolachas para enformar os sabões e sabonetes que fizemos, e também usámos baldes de cola para efectuar a mistura dos ingredientes. Até a medição de quantidades foi feita usando embalagens Tetrapak de litro usadas.





Para fazer sabão fizemos assim:


1. Diluímos 5 quilogramas de soda cáustica em 10 litros de água quente em três baldes
(balde 1:quilogramas de soda cáustica + 4 litros de água quente)
(balde 2: 2 quilogramas de soda cáustica + 4 litros de água quente)
(balde 3: 1 quilogramas de soda cáustica + 2 litros de água quente);


2. Depois de feita a diluição, dividimos cada balde de soda cáustica líquida por dois baldes;


3. A cada balde foi adicionado 6 litros de óleo e/ou azeite usado
(o balde 3 recebeu apenas 3 litros)


4. Misturámos (com uma vara de amieiro) durante 30-40 minutos;


5. Entretanto alguns grupos maceravam ervas aromáticas, canela, coco e obtiam raspa de citrinos, para obtenção de essências;


6. As essências (e em muitos casos os próprios materiais que lhes deram origem) eram adicionadas à mistura aquando da enformagem.





Ao mesmo tempo que a decorria decorria no interior do Espaço PROVE, no exterior o Alberto Marimba e o Rúben Carminé fizeram uma demonstração do potencial da bomba de aríete que montámos no Domingo anterior, e que, nessa manhã, tínhamos submetido a vários ensaios no Açude do Camões, na Ribeira de Senteais.


Com esta oficina, conseguimos fazer uma quantidade muito razoável de sabão e sabonete a partir de um resíduo - o óleo usado -  e usando resíduos como ferramentas no processo de fabrico. Para muitos dos presentes, foi um processo de aprendizagem que contribuirá para reforçar a sua resiliência familiar. Foi também um exercício de reconstrução da comunidade, e um espaço para troca de conhecimentos. 


As imagens que aparecem no vídeo que pode ser visto abaixo foram obtidas pelo António Cobeira, que veio de Matosinhos para participar nesta oficina e conhecer o movimento Paredes em Transição, e que, esperamos, venha a ser um dos fundadores do futuro movimento Matosinhos em Transição, como é o seu desejo. Também foi o António que, espontaneamente, editou o vídeo, o que muito agradecemos.




sábado, 21 de maio de 2011

Aldeia de Sonho

É com um enorme prazer que partilhamos aqui este vídeo recentemente publicado pelos colegas da Aldeia das Amoreiras, sobre o trabalho que estão a desenvolver naquela comunidade no concelho de Odemira, no Alentejo. Parabéns para eles!

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Sintra em Transição

Gostaria de partilhar com vocês este excelente vídeo que os nosso colegas de Sintra em Transição acabaram de publicar. 
O vídeo, extremamente bem produzido por um grupo que já nos vem habituando a grafismos de uma qualidade notável, incluindo um dos mais bonitos logótipos de um movimento de Transição em qualquer parte do Mundo, ilustra o permablitz que eles realizaram na Casa Amarela no dia 20 de Março.

O logótipo de Sintra em Transição. Tiro-lhes o meu chapéu...

O cartaz que anunciava este evento. Excelente!

Como eles mesmos descrevem, O termo Permablitz é uma contracção entre permacultura e blitz. Permacultura é um sistema ético de design de um modo de vida sustentável, desenvolvido como alternativa à agricultura industrial intensiva e que tem em conta a agricultura orgânica, florestação sustentável, horticultura e agro-florestas, assim como o conhecimento das comunidades locais acerca da terra. Blitz vem do termo alemão para relâmpago e significa uma aplicação focada de energia ou um esforço concentrado de voluntários.

O termo Ajudadas provém de uma tradição cultural portuguesa na qual um conjunto de pessoas de uma localidade se juntava para trabalhar cooperativamente na realização de determinadas tarefas, principalmente ligadas à terra e à produção de alimentos São também conhecidos os termos torna-geira, minga, mutirão, vessadas, etc.....


Parabéns Sintra em Transição!

terça-feira, 17 de maio de 2011

Construímos uma bomba de aríete

No Domingo de manhã, eu o Alberto Marimba, o Manuel Aguiar e o Rúben Carminé, membros do movimento Paredes em Transição, construímos e instalámos uma bomba de aríete (também conhecida como "carneiro hidráulico"), junto ao Açude do Camões, na Ribeira de Senteais, aqui em Paredes.
Esta bomba de água, baseada num sistema de tubagens, válvulas e vaso de expansão, permite elevar água de um ponto de captação para uma altura superior, sem recurso a combustível ou energia eléctrica. Este sistema pode ser usado em qualquer situação em que se possa instalar a bomba a pelo menos um metro abaixo do ponto de recolha da água.
A experiência traduziu-se num sucesso, e conseguimos bombear uma quantidade bastante razoável de água para uma altura de 4 metros acima do ponto de recolha de água.
Este foi o nosso primeiro protótipo, o primeiro de muitos que, esperamos, nascerão aqui na zona do Vale do Sousa, tornando a captação de água mais sustentável, e contribuindo para o incremento da resiliência da nossa comunidade. A instalação do primeiro sistema permanente já está agendada :-)



sexta-feira, 13 de maio de 2011

Petição Pela proibição do cultivo de variedades de organismos geneticamente modificados (OGM) na Região Autónoma dos Açores

Os nossos amigos dos Açores estão a promover uma recolha de assinaturas com o objectivo de impedir a introdução no Arquipélago de variedades vegetais geneticamente modificadas. Nós concordamos plenamente com os pressupostos e apoiamos totalmente esta iniciativa. Por esta razão, reproduzimos aqui o texto da petição que pode ser assinada aqui.
"Considerando que os Açores primam pela sua singularidade no contexto nacional e internacional no que respeita às práticas da actividade agrícola, caracterizadas por uma associação com os valores naturais e agro-ambientais.

Considerando que o arquipélago dos Açores dado às suas características edafoclimáticas - solos férteis, chuvas frequentes e clima ameno - se revela uma zona rica em agricultura tradicional, onde incluso se destaca pela qualidade dos produtos regionais certificados, servindo de exemplo a Meloa de Santa Maria, o ananás de São Miguel, o alho da Graciosa, as laranjas da Terceira ou os vinhos do Pico.

Considerando que as sementeiras convencionais utilizadas na agricultura tradicional, constituem uma herança genética de valor intrínseco incalculável que cabe a todos nós preservar para as gerações vindouras.

Considerando que a introdução e o cultivo de organismos geneticamente modificados são frequentemente contestados como colocando sérias ameaças para a saúde pública, o ambiente e o desenvolvimento da agricultura tradicional.

Considerando a falta de estudos científicos por parte de entidades de reconhecida competência técnica que comprovem a não existência de riscos para a saúde pública relativamente ao cultivo e consumo de organismos geneticamente modificados.

Considerando que o cultivo de organismos geneticamente modificados está baseado num modelo de agricultura intensiva com forte recurso a produtos agro-químicos, de fabrico exterior à região, cujo uso frequente constitui uma séria agressão ao ambiente.

Considerando que tanto o tipo de agricultura de produção massiva à qual os OGM estão intimamente associados como a coexistência de cultivos convencionais em simultâneo com cultivos contendo OGM colocam em causa as tradições agrícolas locais regionais, bem como o facto de sujeitarem as variedades de cariz local a uma contaminação genética irreversível, levando a que as variedades tradicionais acabem por converter-se também em transgénicas.

Considerando tratar-se de numa região que se faz enaltecer por um turismo de natureza não se podem assumir atitudes susceptíveis de hipotecar a sensível e característica biodiversidade arquipelágica.

Assim, atendendo ao Principio da Precaução, os signatários da presente petição solicitam:

- A proibição da introdução no Arquipélago dos Açores de variedades vegetais geneticamente modificadas.

- A proibição da introdução na região de material de propagação (vegetativo ou seminal) que contenha organismos geneticamente modificados, mesmo quando destinados à sua utilização em campos de carácter experimental.

- A definição de um regime contra-ordenacional e de sanções acessórias, tais como a interdição do exercício da actividade principal, para as infracções associadas a estas proibições.

- A declaração da Região Autónoma dos Açores zona livre de cultivo de variedades de organismos geneticamente modificados.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Oficina de Fabrico de Sabão Ecológico

Na tarde de Domingo, 22 de Maio, teremos mais um oficina de fabrico de sabão ecológico aberto à comunidade.
Neste workshop mostraremos como fazer sabão e sabonete a partir de óleo de fritar usado - uma excelente maneira de usar estes produtos residuais.

Serão, concerteza, 
conhecimentos bastante úteis, e para os não-sócios, esta oficina será uma boa maneira de conhecerem melhor a associação, os seus membros os seus objectivos.

A oficina terá um custo de 2€ para sócios de Paredes em Transição e 10€ para não-sócios. Mais uma vez, estes poderão escolher tornar-se sócios, usando o seu donativo de 10 € para pagar a jóia de inscrição no mesmo valor.

O workshop terá início às 15:30h (espera-se que termine antes das 18:00h) e terá lugar no espaço PROVE, na Cooperativa Agrícola de Paredes (ao fundo da Feira, entrada de serviço à Rua Infante de Henrique).

Os interessados em participar deverão contactar a associação Paredes em Transição através deste email com a brevidade possível.


Os participantes poderão trazer embalagens de leite vazias (de litro, ou, ainda melhor, de 200ml), óleo ou azeite usados, essências, casca de laramja e/ou limão, canela ou plantas aromáticas (frescas, para se retirar a essência).


A primeira oficina.


15 dias mais tarde.


Controlo de qualidade.

O produto final.

O produto final.

Concurso de Ideias para Sistemas de Captação de Água

Os nossos colegas da UMinho in Transition vão realizar um concurso de ideias para a criação de sistemas de captação de água para as suas hortas comunitárias. Aqui fica o texto:



HORTAS COMUNITÁRIAS
UMinTransition
CAPTAÇÃO DE ÁGUA PARA REGA
CONCURSO DE IDEIAS E PROTÓTIPOS

Após milénios de progresso técnico e científico, as demandas da sustentabilidade  ambiental voltam a colocar-nos as questões de sempre com novas restrições. E é assim que as hortas comunitárias da U.M. nos campii de Gualtar, Azurém e Congregados se debatem agora com o problema da extracção de água para rega (sustentável).

Colocados perante a necessidade de captar água para as suas hortas comunitárias, os cultivadores lançam assim o desafio a toda a comunidade universitária através de um concurso de ideias e protótipos para a realização do melhor sistema de rega sustentável, sem custos de utilização, utilizando a gravidade ou energia mecânica humana (p.ex. acoplada a uma bicicleta), ou recorrendo a energias renováveis (solar ou eólica). Podemos considerar suficiente um caudal de 5L/minuto, uma vez que contamos poder armazenar água.

Os critérios de valorização serão os seguintes:
1. protótipo disponível para demonstração
2. sustentabilidade ambiental
3. custo de construção
4. eficiência energética
5. comodidade de utilização
6. autonomia estival (funcionamento automático em períodos de férias)
7. inventividade e design


Prazo de entrega:
As propostas serão acolhidas até 31 de Maio de 2011 para umintransition@clix.pt, devendo incluir uma descrição da solução e fotos do protótipo se for o caso; a demonstração deverá realizar-se durante a primeira quinzena de Junho

Júri do concurso:
Paula Remoaldo (Geografia), Maria Manuel Oliveira (Arq.), M. João Thomson (Economia), Ana Gonçalves (Com.Social), Filipe Garcia (Inform.), Manuela Melo (Enf.), Luís Botelho (Electr.)

Prémio:
O prémio deste concurso, além da amizade e respeito de toda a comunidade, será um cabaz completo de legumes oferecido pelos nossos produtores.

Mais informação:

http://www.facebook.com/umintransition

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Celebrações da Páscoa - cimentando uma comunidade

A Páscoa é, sem sombra de dúvida, uma das minhas celebrações favoritas no ano. Talvez mais do que o Natal, a Páscoa incorpora o espírito da comunidade.

Lembro-me de, quando era criança, de manhã cedinho, aguardar na rua, em traje domingueiro (quase sempre roupa nova) a chegada da cruz. Nós, os miúdos, corríamos a espalhar pétalas, flores e folhas de hera à entrada da casa, criando um tapete florido para acolher a entrada do compasso. E enquanto o fazíamos, competíamos com a intensidade crescente do som do sino, que precedia a chegada do compasso.
A casa era impecavelmente limpa, o jardim, a entrada, a sala onde nos reuniríamos para beijar a cruz.
A paz esteja convosco. Aleluia! Aleluia! Cristo ressuscitou. Aleluia! Aleluia! 
A casa era benzida com água benta, na altura, pelo saudoso Padre Araújo.
Havia amêndoas e pão-de-Ló na mesa, e corríamos de casa em casa, beijando a cruz em casa dos avós, dos tios, dos vizinhos... O compasso visitava primeiro a casa do Sr. Belmiro e da Sra. Almerinda, agricultores, e nós lá estávamos, para depois subir as escadas da D. Mariazinha, onde não não faltavam os sonhos em calda e os russos com chocolate.
Inconscientemente, para mim, a Páscoa era igualmente a celebração da Primavera. Havia sempre bom tempo (posso estar errado, mas em 40 anos, lembro-me de, talvez, 2 domingos de Páscoa molhados), por vezes era, também, o primeiro dia do ano em que me deixavam pendurar o casaco e andar em mangas de camisa. As manhãs de Páscoa tinham sempre muita luz, e as árvores voltavam a vestir-se de folhas.
Agora que somos adultos e pais, a Páscoa continua a ter a sua magia, e tentámos que a nossa filha possa experimentar todas aquelas sensações maravilhosas.
Agora são as portas da nossa própria casa que abrimos à entrada do compasso, onde figuram sempre amigos e conhecidos. E começam a aparecer os filhos de amigos, que integram o compasso.
E continuamos a ir beijar a cruz a casa dos pais, do avô, dos tios, dos amigos... é assim a tradição.

Os meu vizinhos Sr. Amaro e D. Zeza, com a família , aguardando a chegada do compasso.

Que não podia falhar...

A paz esteja convosco. Aleluia! Aleluia! 

A ver a banda a passar. Como me pude esquecer de falar da banda acima!Não pode haver domingo de Páscoa sem música!

Gasóleo a 1.439, gasolina a 1.629 

Não é fácil ser maestro! Mais uma banda.

E há quem não tenha paciência para esperar que a banda prossiga e decida ultrapassá-la pelo passeio pedonal... 


Mais um compasso. 

Ao fim do dia, a comunidade reúne-se na avenida, no adro, na escadaria para assistir à entrada das cruzes na igreja. Encontramos amigos, conhecidos, trocam-se cumprimentos, abraços e ideias.

 Tlim, tlão, tlim, tlão...


As cruzes reunidas a descer a Avenida da República.


Foi um dia longo, sem dúvida. 


O pároco de Paredes, o Padre Vitorino Soares.

Mais cruzes. É pena que a quadra passe tão depressa.


Do ponto de vista do movimento de Transição, a reconstrução da comunidade é absolutamente fundamental, e celebrações como a Páscoa são importantíssimas. É certo que as coisas não são como eram, mas a magia mantêm-se, e nós cá estamos para ajudar a que se mantenha durante muitos mais anos.

terça-feira, 26 de abril de 2011

UMinho in Transition inaugura hortas comunitárias e exibe o filme Home

Os nossos colegas da UMinho in Transition inaugurarão amanhã, Quarta-feira, 27 de Abril, pelas 14h30, no campus dos Congregados, em Braga, a sua primeira horta comunitária.
Esta celebração contará, ainda, com a exibição do filme Home, como já aconteceu em Portalegre e Paredes.
A exibição do filme terá lugar pelas 16:00, no Bar1 de Engenharia, no Campus de Azurém, em Guimarães.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

E foi assim em Portalegre

Foi um excelente fim-de-semana de Transição organizado pelos colegas de Portalegre, no Sábado e Domingo, 16 e 17 de Abril de 2011, que reuniu elementos de movimentos de Transição do Minho ao Alentejo. 

O evento começou na tarde do dia 16 com a conferência intitulada "Será que a ASAE deixa?", que teve a sua génese na apresentação do movimento Portalegre em Transição, no dia 15 de Janeiro, que reuniu cerca de 160 pessoas e onde, face ao interesse dos intervenientes numa relocalização da economia e valorização do produto local, a questão "e será que a ASAE deixa?" foi recorrente. 


A conferência juntou representantes da ASAE, das finanças e da DECO, na pessoa do seu vice-presidente Alberto Regueira. Gostei de ver o Presidente do Município de Portalegre presente no evento como espectador ;-) 


Da esq. para a dir., Paulo Barbosa, director da revista Pormenores, co-fundador do movimento Portalegre em Transição e moderador extraordinaire, Joaquim Lima, chefe de serviços das Finanças de Portalegre e Francisco Fernandes, Inspector Director da ASAE para o Alentejo

 A Filipa Pimentel, co-fundadora de Portalegre em Transição e nossa representante em Bruxelas. A Filipa tinha uma lista com questões que foram colocadas por cidadãos de Portalegre e por elementos dos vários movimentos de Transição. Questões do género: "Posso vender os ovos das minhas galinhas em casa?"; "E o leite das minhas vacas?"; "Posso transportar uma galinha na minha viatura?"; "Queremos organizar uma feira de produtores locais. Qualquer pessoa pode vender o que produz no seu quintal? É possível qualquer um ter uma banquinha ou simplesmente a partir da mala do carro?" 

O Luís Bello Moraes, co-fundador de Portalegre em Transição, atentíssimo ao desenrolar dos acontecimentos. Os colegas de Portalegre prometeram-nos um vídeo com uma súmula das perguntas e respostas mais pertinentes.


O jantar oferecido pelos colegas de Portalegre no Sábado à noite, onde se falou do movimento de Transição, de permacultura, de consumir localmente e de sustentabilidade.

Os Portalegrenses forjaram novos padrões e expectativas para os próximos encontros de movimentos de Transição! Vai ser difícil bater a feijoada de camarão!


A reunião de Domingo de manhã, junto às instalações do Banco Alimentar contra a Fome, uma antiga fábrica de fiação.

Na reunião, entre várias decisões que foram tomadas, decidiu-se que as várias iniciativas tentariam trabalhar em conjunto para criar uma página portuguesa na Internet, que nos agrupe e nos ajude a disseminar o conceito do movimento de Transição e para proporcionar conteúdos relevantes ao tema em Português.

A Ana Carolina, de Coimbra em Transição, que teve o hercúleo trabalho de secretariar a reunião, tanto da parte da manhã, como da tarde. A ela, o nosso sentido agradecimento.

Uma foto de grupo, nas ruas de Portalegre.


Os nossos agradecimentos à Annelieke Van Der Sluijs, de Coimbra em Transição, pela ajuda que nos prestou na escolha das imagens que aqui partilhamos.

domingo, 10 de abril de 2011

Paredes em Transição no Verdadeiro Olhar

O apontamento que saiu na edição de 8 de Abril do jornal O Verdadeiro Olhar:


Também aqui fica o nosso agradecimento ao Verdadeiro Olhar pela cobertura que fizeram.

sábado, 9 de abril de 2011

Paredes em Transição no Fórum Vale do Sousa

A apontamento sobre a actividade de plantio de árvores de fruto em espaços públicos que foi publicado na edição de 7 de Abril do jornal Fórum Vale do Sousa:




O nosso obrigado ao jornal por ter publicado a notícia.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

FLASHMOB - TESTÉ SUR DES HUMAINS - TVA

Aqui está o Flashmob organizado pelo "Teste sur des humains" equipe da TVA.
Todos os participantes receberam cortesia transporte gratuito do STM. Obrigado aoSTM que acreditaram no nosso projecto.
Você será capaz de ver o "making of", na segunda-feira 04 de abril no "Teste surdes humains" na TVA 09:00.

-A cada ano, 671.000 mil kg de plástico são produzidas ao redor do mundo.
-A cada ano, 400 milhões de garrafas e latas não reembolsáveis ​​são recicladas emQuebec.
-Existem 18 000 peças de plástico flutuando em cada km2 de oceano.
-91% dos quebequenses se preocupam com o meio ambiente. Você?

terça-feira, 5 de abril de 2011