Paredes em Transição

O movimento Paredes em Transição é uma rede de amigos que vivem na cidade de Paredes, no Norte de Portugal, que partilham a preocupação de que a debilitante dependência em combustíveis baratos de que a nossa sociedade e economia padecem – e que não está a receber a devida atenção dos vários governos, que parecem actuar na premissa de que o petróleo barato e abundante continuará por cá em perpetuidade – possa vir a resultar em graves e imprevisíveis problemas de que a tecnologia não conseguirá livrar-nos, e que poderão afectar muito negativamente o nosso futuro e o dos nossos filhos. Saiba mais no menu Projecto.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Curso de Introdução à Permacultura: 1 a 3 de ABRIL, 2011

Um curso de introduçao à Permacultura que decorrerá brevemente, e em que participará a nossa amiga Annelieke, do movimento de Transição de Coimbra, e a Laura Williams, Pete Bampton, que conheci na Casa da Horta, no Porto, há umas semanas atrás, e de que falámos aqui.
O Curso decorrerá próximo à aldeia de Benfeita, em Arganil.
Chamo à atenção que o valor de participação passou de 90 para 75€.



Curso de Introdução à Permacultura: 1 a 3 de ABRIL, 2011
Com Laura Williams, Pete Bampton & Annelieke van der Sluijs
Em inglês com tradução para português. Todos os filmes têm legendas em português.

Será um fim-de-semana repleto de apresentações, filmes e aulas práticas, que decorrerá num projecto de permacultura numa paisagem de belas montanhas e cascatas.
DSCF1459O fim de semana contará com apresentações sobre a ética e os princípios da permacultura e exemplos de permacultura em acção, ambos em contextos rurais e urbanos.  Conforme o interesse dos participantes, temas como hortos florestais, apicultura biológica, comestíveis silvestres, canteiros elevados e gestão de água podem ser abordados.  Estas sessões serão combinadas com acções práticas de aprendizagem na quinta e algum tempo para relaxar, assistindo a filmes. Com a base nestas experiências, poderá reflectir sobre as mudanças que pode fazer na sua própria vida, onde quer que viva.
Estamos dispostos de partilhar tudo que aprendemos sobre a aplicação de princípios de permacultura neste projecto. Poderá experimentar uma vida simples e perto da natureza, num belo cenário isolado, comer comida orgânica (principalmente crua) e praticar sustentabilidade ecológica  (através da procura de plantas comestíveis, a utilização de energias renováveis e usando a nossa casa de banho seca).
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Os participantes chegarão no dia 1 de Abril à noite, entre 18:00 e as 19:00. Teremos uma sopa quente, uma breve introdução e cinema.
No Sábado, um dia inteiro de apresentações e aulas práticas, que continuará até acabar no Domingo à tarde depois do almoço, por volta das 16:00 horas.
As acomodações serão na nossa iurta (tenda mongol), na sua tenda,  ou num dormitório com colchões no chão.
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Preço
75 € por pessoa e inclui hospedagem e todas as refeições.
Só temos espaço para 12 pessoas - se tiver interesse em participar, aconselhamos que efectua a sua reserva brevemente.
Spiral Bed
Espiral de Ervas
“E aqui que vejo os conceitos da permacultura bem empregues em todas as suas vertentes. A observação que tem sido feita do espaço físico e de espaços outros das quinta possibilitam o prosseguir a vida na Mizarela de forma harmoniosa e sustentável.  Na Mizarela há um bom trabalho para que as coisas funcionem com uma eficácia efectiva. Senti-me, em muitos momentos em casa, mas uma casa em que nunca vivi, mas que existe no mundo dos pensamentos. Na Mizarela vi fundidas coisas que pertencem também aquilo que sou, a vida em comunidade, permacultura, a alimentação saudável, local, o esclarecimento, a clarividência, toda uma perspectiva holistica de compreender e viver a vida. E todas estas, e vendo-me como uma eterna criança, respondiam ao conforto que necessito para me sentir livre e feliz.”
Hugo Dunkel, Portugal
Contactos
Se estiver interessado em cursos no futuro ou quiser mais informações envie um email para:
pete.bampton@gmail.com

Mais sobre este projecto, aqui.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Workshop Paredes em Transição

É com prazer que os convidamos a participar no workshop que realizaremos no próximo Sábado, 19 de Fevereiro - o primeiro aberto à comunidade.

Neste workshop mostraremos como fazer sabão e sabonete a partir de óleo de fritar usado, assim como cosméticos (a exemplo: bálsamo para lábios gretados, creme hidratante para mãos com cieiro, gel desinfectante) e provavelmente mais alguma coisa, sempre com produtos naturais.

Face à incerteza que se avizinha, os conhecimentos a adquirir com este workshop poderão revelar-se bastante úteis, e a vossa presença será, ainda, uma boa maneira de conhecerem melhor a associação, os seus membros os seus objectivos.

Este workshop será gratuito para sócios de Paredes em Transição. Os não-sócios poderão contribuir com um donativo de 10€, ou, melhor ainda, poderão tornar-se sócios-fundadores, preenchendo a ficha e pagando a jóia de inscrição no valor de 10€. (De acordo com os estatutos, só serão admitidos sócios fundadores até ao dia 9 de Março).

O workshop terá início às 15:00h e terminará antes das 18:00h.
Terá lugar no espaço PROVE, na Cooperativa Agrícola de Paredes (ao fundo da Feira, entrada de serviço à Rua Infante de Henrique).

Um programa mais detalhado será enviado aos interessados em participar. Estes deverão através deste email com a brevidade possível, manifestando interesse em participar no workshop e/ou, tornarem-se sócios-fundadores).

Cumprimentos de Transição para todos, e ficamos a aguardar o vosso feedback. Podem divulgar entre os vossos contactos ;-)

Os fundadores de Paredes em Transição

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Workshops de Agrofloresta com Ernst Gotsch em Portugal

Dos nossos colegas José Mário Ruivo e Samuel Rodrigues:


Sítio está a organizar dois workshops de Agrofloresta com Ernst Gotsch em Portugal (Mangualde, Viseu).

Agrofloresta (ou floresta de alimentos) é um método agrícola que procura imitar a sucessão natural de espécies que ocorre nas florestas. Combina culturas alimentares com culturas florestais que não enriquecem apenas quem produz mas também todo o ecocistema. A ideia é que o homem deixe de lutar contra a Natureza, recorrendo a químicos e maquinaria pesada, passando a participar de forma harmoniosa nos processos naturais que têm sempre como objectivo o aumento da quantidade e qualidade de vida em todas as suas formas. A agricultura transforma-se numa actividade extremamente produtiva e variada, fonte de prazer e bem estar que para alem de exigir pouco esforço de quem trabalha é uma ferramenta de regeneração dos solos e do meio ambiente. É uma prática ideal para pequenos produtores e para soluções de auto-sustentabilidade. Nestes workshops orientados por Ernst vamos arregaçar as mangas e pôr as mãos na terra, vamos atrás do que funciona, do que gera recursos e vida. Não vamos falar de escassez, mas agir no caminho da abundância!
Vamos plantar uma Agrofloresta!

Os workshops de carácter essencialmente prático vão ser realizados na Quinta de Darei em Mangualde que dispõe de 150ha de reserva ecológica junto ao rio Dão e instalações de alojamento convertidas de um turismo rural.

Ernst Gotsch é um agricultor e pesquisador suíço que começou por trabalhar,nos anos 70, com melhoramento genético de plantas forrageiras. Esta pesquisa permitiu que concluísse que poderia obter melhores resultados na agricultura criando agro-ecosistemas que promovam uma lógica de cooperação entre as várias espécies vegetais. Em 1982 fixou-se no Brasil onde iniciou um projecto de recuperação de uma área de 500ha extremamente degradada. Desde 1993, depois de alcançar resultados extraordinários, tem-se dedicado ao ensino e transmissão dos seus métodos em todo o mundo.
Para conhecer melhor o trabalho Ernst Gotsch com a Argofloresta veja este VÍDEO.

Para inscrições e mais informações: www.sitiocoop.com

Sítio é uma cooperativa dedicada ao desenvolvimento de economias locais.
Tem como grande objectivo contribuir para a criação, organização e transmissão de soluções que contribuam para que os indivíduos e comunidades possam gerir, de forma resiliente, livre e abundante a realidade que habitam.


domingo, 13 de fevereiro de 2011

Foi assim em Rio Tinto

Manifestação de um movimento que começa a espalhar-se por Portugal, decorreu, ontem à tarde, o primeiro Encontro de Transição de Rio Tinto, que reuniu no Centro Social de Soutelo um grupo de pessoas oriundas daquela cidade, mas também do Porto, de Gaia, de Matosinhos e até de Arcos de Valdevez. 
O ciclo de palestras teve início com Marta Macedo, do Move Rio Tinto, um movimento em defesa do rio que deu o nome à cidade, e que é, desgraçadamente, um dos mais negligenciados cursos de água do Norte de Portugal.


Em seguida falou o Luís Rocha, do movimento Rio Tinto em Transição, que se debruçou sobre a problemática associada ao Pico Petrolífero, à escalada do preço dos combustíveis, e aos efeitos que terão na economia e sociedade, e que estão na base do nascimento do movimento Cidades em Transição.


 A assistência teve a oportunidade de colocar questões...


A Patrícia Costa Neto, lançou um apelo a quem tenha um terreno agrícola em Rio Tinto, e que não tenha intenções de o usar, para permitir que ali seja construído um conjunto de hortas comunitárias.

Depois do lanche calhou-me a mim, como "vizinho", apresentar o que temos feito em Paredes em Transição, desde as trocas de sementes e plantas, até aos workshops de fabrico de sabão, e desde a organização da exibição do filme Home, em simultâneo com Portalegre em Transição, até à criação da associação. Falei do que funcionou bem, do que não funcionou, e aproveitei para deixar alguns conselhos a quem se está a lançar na criação de um novo movimento de Transição.


O último orador foi o João Leitão, que veio de Pombal em Transição, e falou sobre o modelo de Transição e de como, sendo um genuíno movimento de cidadãos preocupados e com vontade de ajudar a criar um futuro melhor, poderá ser uma resposta possível aos novos desafios que se nos colocam - talvez a única resposta que poderá ter sucesso. Falou-se de empreendedorismo social, e de como várias iniciativas em Portugal se estão a entreajudar, no sentido de crescerem e ganhar maturidade.


O evento terminou com uma discussão, com os presentes sentados em círculo, e em que se falou da necessidade ou não de se dar uma base legal ao movimento, da busca de terrenos para criar hortas comunitárias, e de eventos futuros.


O Luís e a Patrícia prometeram mais desenvolvimentos para breve. por outro lado, quem sabe se daqui não nascerão outros movimentos?

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Encontro de Transição em Rio Tinto

Dos colegas de Rio Tinto em Transição:

ENCONTRO DE TRANSIÇÃO EM RIO TINTO

(Centro Social de Soutelo) -12 De Fevereiro

Entrada livre


PROGRAMA
:
15h00 Boas Vindas

Marta Macedo
Speaker do Move Rio Tinto
15h30 Do Pico do Petroléo à Transição

Luís Rocha
Speaker do Movimento de Transição de Rio Tinto
16h00 Permacultura 

Filipa Costa Leite – Permacultora

Pausa


17h00 Transição De Pombal para Portugal

João Leitão
Speaker do Movimento de Transição de Pombal

Pausa


18h00 “O que Mudou em Paredes?”

Miguel Leal
Speaker do Movimento de Transição de Paredes

Informações e Inscrições: patricia_c_neto@hotmail.com


Local :http://maps.google.pt/maps?f=q&source=s_q&hl=pt-PT&geocode=&q=CENTRO+SOCIAL+DE+SOUTELO&sll=41.162663,-8.597922&sspn=0.008045,0.019205&ie=UTF8&hq=CENTRO+SOCIAL+DE+SOUTELO&hnear=&ll=41.168864,-8.549896&spn=0.00191,0.004801&t=f&z=18&ecpose=41.16886356,-8.54989643,537,-1.042,0,0

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Paredes em Transição - Associação para o Desenvolvimento Sustentável de Paredes

Nasceu hoje Paredes em Transição - Associação para o Desenvolvimento Sustentável de Paredes
Por imperativos legais, o movimento Paredes em Transição dá mais um passo em frente e assume uma figura jurídica, como associação de direito privado, com número de contribuinte e estatutos, que podem ser consultados aqui. Estes estatutos foram elaborados em conjunto com os nossos colegas de Portalegre em Transição, e como tal, são comuns às duas associações.
O acto da escritura teve lugar no cartório notarial da Dra. Marina Sousa, em paredes, pelas 19:00 h.
Curiosamente, dos 30 sócios-fundadores inscritos até à data, 9 fizeram questão de estar presentes no acto da escritura, quando apenas 3 eram necessários. Isso diz qualquer coisa, não?
O passo seguinte será a constituição dos órgãos sociais, que serão eleitos em Assembleia-Geral da associação.
Segundo os estatutos, "Sócio Fundador é aquele que outorgar o acto de constituição da Associação e ainda aquele que venha a ser admitido no prazo de 30 dias após o mesmo acto".  Assim sendo, durante os próximos 30 dias, os novos sócios admitidos em Paredes em Transição serão considerados sócios fundadores.
Quem desejar tornar-se sócio, poderá entrar em contacto connosco através deste blog ou do e-mail: paredes300@gmail.com.










terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Índice de felicidade do planeta: Costa Rica é a campeã

Hoje, nós medimos o progresso através de medidas como o PIB, o crescimento econômico, a bolsa de valores. Essas medidas não discriminam quais as transformações que podem nos trazer mais felicidade. Segundo Nick, a última pesquisa Gallup sobre satisfação descobriu que o país mais feliz do mundo é a Costa Rica. E mais, que chegou lá usando apenas um quarto dos recursos que os países mais ricos do mundo gastam para atingir níveis parecidos de satisfação.
A Costa Rica tem expectativa de vida de 78,5 anos, maior que a americana, produz 99% da sua energia através de fontes renováveis; seu governo, em 1949, aboliu o exército (isso mesmo, eles não têm forças armadas) e, recentemente, estabeleceu como meta ter uma economia neutra em carbono até 2021.
Enquanto isso, a comparação entre pegada ecológica dos países ricos versus a satisfação dos seus habitantes mostra que a primeira aumenta rápido e a segunda devagar. Isso indica que um ponto estatístico a mais de satisfação nas pesquisas parece estar sendo extraído a um custo cada vez mais alto medido em uso de recursos naturais.


Índice de felicidade do planeta: Costa Rica é a campeã | oecocidades

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Vida de Vaca Leiteira

A nossa colega Ana Teresa, da Ilha de São Miguel, nos Açores, deixou o seguinte texto como comentário a um artigo deste blog, e deu-nos autorização para o colocar aqui como artigo.
A maneira como tratamos os animais terá, seguramente, que melhorar.

Esta terra tão bonita, está muito contaminada com adubos químicos, herbicidas e insecticidas (principalmente por causa de erva e milho para as vacas) e tenho a desconfiança de que já existem transgénicos apesar de não constar.
É a monocultura da vaca que é altamente subsidiada. Há subsídios para tudo e até para a morte.
E por falar nisto, descobri uma coisa inacreditável: andava eu em pesquisas sobre quantos animais para consumo eram mortos no matadouro de Ponta Delgada (a capital de São Miguel, este número só diz respeito aos animais da ilha, pois quase todas as ilhas possuem matadouros), quando me deparei com uma informação absurda (é só para perceberem que até nestes ares plácidos e bonitos, se esconde o papão do capitalismo e especismo desenfreado), são abatidos entre 800 a 1000 bezerros (bebés) por semana, para serem totalmente incinerados para se poder manter a quota de mercado. Por cada um desses bezerros o agricultor recebe 75 euros.
E como é que existem assim tantos bezerros? Existem porque as vacas, assim como nós mulheres, só têm leite se tiverem filhos, e como a espécie humana dos países desenvolvidos bebe tanto leite e derivados, as nossas queridas e simpáticas vaquinhas têm que andar a ter bebés, para nós não ficarmos sem leite.
Como se a nossa vida dependesse do leite e derivados, dessa quantidade tremenda que ingerimos e que se comercializa. Capitalismo cada vez mais selvagem é a resposta, não a nossa saúde.
Tenho que explicar isto, porque a maioria das pessoas pensa na vaquinha feliz no campo, ou na quinta familiar, a dar leite, sem ter tido filhos.
Segundo fontes veterinárias, para produzir leite, a vaca é sujeita a tratamentos hormonais para ovular na altura desejada e inseminada com sémen congelado de touros seleccionados, o vitelo é retirado mal seja vendável (neste caso, compram a morte do bezerro), a vaca é mantida a produzir leite máximo de tempo possível, sendo a qualidade do leite mantida com ração formulada (para se ter o nível adequado de proteína e de gordura).
As vacas precisam de muita terra com pasto, o que, mesmo aqui, nem sempre é possível, por os agricultores terem que alugar as terras se não as tiverem. O que faz, (dependendo da quantidade de vacas por agricultor) com que já existam vacas a viverem quase permanentemente no mesmo lugar. ou seja, temos vacas "semi/aquáticas".
Também descobri que ao ingerir demasiado cálcio, que é o que se faz normalmente nos países desenvolvidos, cuja dieta é á base de carne, leite e derivados, eliminámos tb maior quantidade de cálcio percentualmente. E é por isto que a maioria da população tem e terá osteoporose a níveis fora do normal. Quem tiver paciência, poderá ter explicação melhor que a minha em muitos sítios na net (eu perdi as fontes destas informações).
E podem ver aqui a notícia sobre os vitelos:

http://ww1.rtp.pt/acores/index.php?article=7048&visual=3&layout=10&tm=5

Mesmo o leite dos Açores, não é a maravilha que pensamos e muito menos a vida dos animais.
É uma informação que achei que deve ser partilhada, pelo maior número de pessoas possível, embora à 1.ª vista pareça não ter nada a ver com o seu blogue.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Aconteceu Ontem

Aconteceu ontem na Quinta da Fonte, em Pombal. Reuniram-se elementos de 8 das 11 iniciativas de Transição portuguesas já registadas na rede internacional Transition Network (Paredes, Pombal, Telheiras, Portalegre, Rio Tinto, Linda-a-Velha, Aldeia das Amoreiras e Coimbra).
O objectivo foi o de dar seguimento ao trabalho já iniciado em Novembro, em Telheiras, de criarmos uma estrutura associativa das várias iniciativas portuguesas. Juntos seremos mais fortes.









Mais um evento muito bem organizado pelos nossos colegas e amigos de Pombal em Transição.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Última viagem do Comboio Regional no Ramal de Cáceres... e os nossos colegas de Portalegre em Transição estiveram lá

A CP diz que cada passageiro lhe custa mais de 125 € por viagem.
Talvez a CP não tenha explorado as potencialidades daquela linha da melhor maneira...
Talvez a CP não tenha sabido adaptar-se à nova realidade do interior português...
Talvez a CP não esteja vocacionada para gerir estas linhas regionais menos lucrativas...
Talvez a gestão destas linhas há muito que devia ter sido retirada à CP e entregue a entidades regionais que melhor as soubessem gerir...
Talvez estas linhas de interior que não geram lucros devessem ser vistas de outra maneira... como parte de um programa mais vasto para revitalizar o interior...
O que aconteceu é uma pena. Mais uma machadada na resiliência desta zona do Alentejo... E depois, como vai ser?


Os nossos colegas de Portalegre em Transição estiveram lá. O nosso abraço para eles.

Pico do petróleo convencional pode ter acontecido em 2006

2006 parece ter sido o ano do pico do petróleo convencional e, agora, o que devemos fazer?
O movimento de transição, lançou um plano B atractivo: propôs um renascimento económico, cultural e social, com a deslocalização da economia.
Ao "ultrapassar" progressivamente o petróleo e, acima de tudo, valorizar todos os talentos.
Uma pista para descobrir.

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